sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Verme

Não venham em minha direção seus vermes imundos a minha carne não e para vocês
Ser de bosta, infeliz por natureza, odeia a todos que o rodeia
A inveja e nitidamente o seu combustível
Indigna vida de miserável toma teus próprios medos e os cura
Desfaz-se dessa tua arrogância, dessa tua vida de mediocridade
Abandona teus sentimentos e foge para a lama fétida de onde não devia ter saído
Volta as tuas origens, ao abismo de inveja e solidão
Larga esse teu coração de fezes e sinta por um segundo o cheiro da liberdade
Chegue um pouco mais perto e admire...
Admire a mim que sou superior, veja! Veja como minha vida bem melhor do que a sua
Mira em minha face e contemple o sorriso mais belo
Não consigo imaginar como é viver no submundo da vida
Mas você vive ou sobrevive
Pobre criatura de mente pequena e nem uma perspectiva
Acabará seus dias como os começou
É e sempre será apenas um verme que rasteja em busca de carne putrefada.

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